Em 20/11/09
Jovens especiais terão um dia de destaque. Acontece nesta sexta-feira (20), às 20h, o Baile das Debutantes Especiais. O evento, realizado em parceria com o Santa Mônica Clube de Campo, contará com a presença de 48 participantes, que foram escolhidas pelas escolas especiais de Curitiba. A presidente da FAS, Fernanda Richa, será a madrinha das debutantes. Segundo o vereador Zé Maria (PPS), o baile mostrará, além da alegria e beleza das jovens, o envolvimento dos poderes público e privado na valorização das pessoas com deficiência.
Um dos momentos marcantes da noite é a valsa das debutantes, com a presença dos cadetes da Academia Militar do Guatupê. O parlamentar, que tem como principal objetivo representar a Câmara Municipal, colaborando na organização do evento, tem presença garantida na recepção dos convidados e debutantes. "O Baile das Debutantes é um momento sublime na vida de pais e mães que têm filhos especiais. Fico extremamente feliz por fazer parte da vida destas pessoas", diz Zé Maria.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Internet deve ser aliada na formação de leitores, diz Ministério da Cultura
Gazeta do Povo, em 21/11/09
Crianças e jovens entre 5 e 17 anos leem três vezes mais que os adultos, mas 45% afirmam que o fazem por obrigação. Apenas 26% consideram o hábito da leitura um prazer. Os dados, que estão na pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feita em 2007 com 5.012 pessoas em 311 municípios, indicam que o jovem leitor não manterá o hábito da leitura depois de concluída a fase escolar.
A diretora editorial da Editora Record, Luciana Villas-Boas, avalia que, embora envolvidos com os meios eletrônicos, os jovens estão cada vez mais interessados nos livros. Segundo ela, mesmo quando já tiveram acesso ao texto na internet, o jovens não abrem mão da relação física com a obra.
“O livro é melhor. Além do prazer, a relação física com a obra influencia a absorção do conhecimento e os jovens perceberam isso”, disse Luciana Villas-Boas.
Na tentativa de ampliar o acesso ao livro e incentivar a formação de leitores, o Ministério da Cultura trata a internet como “aliada”. A modernização das bibliotecas públicas inclui a instalação de centros digitais. “Nada substitui o livro. Não vamos cair na armadilha de opor a internet ao livro. Mas, inevitavelmente, a internet leva o jovem ao universo da leitura e da escrita”, afirma o diretor do Livro, Leitura e Literatura do Ministério da Cultura, Fabiano dos Santos.
O brasileiro, segundo Luciana Villas-Boas, da Editora Record, segue as modas internacionais. Com o jovem, afirma, não é diferente. “E somos cobrados sempre que há demora na publicação de uma série. O jovem já leu na internet, mas quer o livro”, explica.
Para Fabiano dos Santos, é importante estimular a leitura de qualidade, mas a formação do hábito é fundamental. “Por isso, tratamos a internet como aliada”, afirma. “A leitura é fundamental para o desenvolvimento humano. É um elemento de inclusão social. Quem lê, amplia seus conhecimentos e sua capacidade de crítica. Ao fim de um livro, você não é mais o mesmo”, completou.
Brasileiro lê um livro por ano, revela pesquisa
Gazeta do Povo, em 21/11/09
São 77 milhões de não leitores, dos quais 21 milhões são analfabetos. Já os leitores, que somam 95 milhões, leem, em média, 1,3 livro por ano
São 77 milhões de não leitores, dos quais 21 milhões são analfabetos. Já os leitores, que somam 95 milhões, leem, em média, 1,3 livro por ano
Um levantamento do Instituto Pró-Livro confirma que o brasileiro lê pouco. São 77 milhões de não leitores, dos quais 21 milhões são analfabetos. Já os leitores, que somam 95 milhões, leem, em média, 1,3 livro por ano. Incluídas as obras didáticas e pedagógicas, o número sobe para 4,7 ainda assim baixo. Os dados estão na pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feita com 5.012 pessoas em 311 municípios de todos os estados em 2007.
O livro é pouco presente no imaginário do brasileiro, explica o diretor do Livro, Leitura e Literatura do Ministério da Cultura, Fabiano dos Santos.
Nos Estados Unidos, por exemplo, a população lê, em média, 11 livros por ano. Já os franceses leem sete livros por ano, enquanto na Colômbia, a média é de 2,4 livros por ano. Os dados, de 2005, são da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), que integram o Instituto Pró-Livro.
Detalhes dos hábitos do brasileiro relacionados ao livro, revelados na pesquisa, atestam esta afirmação. O levantamento considera como não leitores aqueles que declararam não ter lido nenhum livro nos últimos três meses, ainda que tenha lido ocasionalmente ou em outros meses do ano.
Entre os leitores, 41% disseram que gostam muito de ler no tempo livre, enquanto 13% admitiram que não gostam. Também entre os 95 milhões de leitores brasileiros, 75% disseram que sentem prazer ao ler um livro, mas 22% sustentaram que leem apenas por obrigação.
Com as estatísticas nas mãos, Fabiano dos Santos diz que há dois caminhos a percorrer para fazer do Brasil um país de leitores: ampliar o acesso ao livro e investir na formação de leitores.
A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil sugere que a maior influência para a formação do hábito da leitura vem dos pais, o que explica o fato de que 63% dos não leitores informaram nunca terem visto os pais lendo.
Por outro lado, o levantamento sugere que o hábito de ler é consolidado na escola e quanto maior o nível de escolaridade, maior o tempo dedicado leitura. Entre os entrevistados com ensino superior, há apenas 2% de não leitores e 20% disseram que dedicam entre quatro e dez horas por semana aos livros. Este índice cai para 12% entre estudantes do ensino médio.
É em casa e na escola, que os leitores são formados. Depois dos pais, os professores são os maiores incentivadores, mas poucos têm a experiência da leitura. E, neste caso, fazer do aluno um leitor é uma mágica, diz o diretor do Livro do Ministério da Cultura.
O professor de Literatura Dilvanio Albuquerque considera que o desinteresse do brasileiro pelos livros não pode ser atribuído apenas família e escola. O problema é mais amplo. Não podemos falar que a culpa é da instituição, seja ela familiar ou escolar porque, na verdade, o problema é cultural.
Para o professor, até entre os universitários, o hábito da leitura não é comum, inclusive nos cursos em que o contato com a escrita é fundamental. Normalmente a universidade não oferece um bom acervo. Moramos em um país em que os livros são caros e de difícil acesso, disse.
Filmes fora da rota dos cinemas comerciais
Paraná Online, em 22/11/09
Luciana Cristo
Anderson Tozato
Luciana Cristo
Anderson Tozato
O administrador da rede Cineplus, Milton Durski, afirma que seu público tem que se acostumar a assistir aos filmes depois de muita gente.
Nas últimas semanas, a comunidade de capoeiristas de Curitiba começou uma série de protestos para questionar por que o filme Besouro, produção nacional dirigida por João Daniel Tikhomiroff, não estreou em Curitiba, junto com cidades do Sudeste, Nordeste e Porto Alegre (veja matéria abaixo).
E essa foi só a última reclamação sobre filmes que não chegam em Curitiba ou que aqui estreiam tempos depois do circuito nacional. Muitos e-mails à produtora, à distribuidora e aos exibidores da cidade foi o método encontrado por quem quer ver Besouro em Curitiba.
O filme não veio, mas ao contrário do que muitos pensam, isso não aconteceu por má vontade ou desinteresse dos segmentos envolvidos, mas pela estratégia em fazer o lançamento regionalizado, como acontece muitas vezes com outros filmes. "O Besouro entrou no circuito Sudeste, Nordeste e em Porto Alegre. Uma série de fatores determina isso e é diferente para cada filme. A produção ou a distribuição vai procurar atender, primeiramente, onde tem certeza que a obra vai ter uma performance interessante", diz o programador da rede Cinesystem de todo o Brasil, Carlos Maurício Sabbag.
Para ler o resto da matéria acesse o link http://www.parana-online.com.br/editoria/almanaque/news/411245/?noticia=FILMES+FORA+DA+ROTA+DOS+CINEMAS+COMERCIAIS
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Renata Bueno reúne mulheres do PPS em Campo Mourão
A vereadora Renata Bueno (PPS) participa nesta sexta-feira (20), em Campo Mourão, de um encontro do PPS, em que irá debater a política estadual e falar sobre suas atividades na Câmara de Vereadores de Curitiba. Além disso, Renata vai traçar um panorama da atuação feminina na política do estado e em Curitiba.
Durante a reunião, Renata vai expor seu trabalho na Câmara, que inclui, entre outras coisas, sua participação nas comissões de Estudo e Revisão da Lei Orgânica, em que é relatora; a Comissão Especial do Lixo, que avalia a situação do aterro da Caximba; e seu projeto de lei que criou a Comissão de Direitos Humanos em Curitiba, a ser incorporada à Lei Orgânica do município. Além disso, Renata também atua junto a Comissão Especial de Acompanhamento dos Assuntos Relacionados com a Copa do Mundo de 2014 com foco em Curitiba.
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