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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Uma paranaense no Parlamento italiano.



Renata Bueno é candidata do Brasil nas eleições italianas que acontecem em 24 e 25 de fevereiro. Ela pode se tornar a primeira brasileira eleita deputada no Parlamento da Itália. Renata tem o apoio do ex-senador italiano Edoardo Pollastri, uma das figuras mais respeitadas da política local, que disputará uma das vagas no Senado.
Os italianos que moram no Brasil ou brasileiros descendentes de italianos devem receber as cédulas de votação em suas casas, pelo correio, já no próximo dia 6 de fevereiro.Eleita, ela poderá também defender os interesses dos italianos e seus descendentes que vivem no Brasil.
Renata será candidata por uma lista cívica independente denominada União Sul-Americana de Emigrantes Italianos (USEI), que oferece quatro vagas de deputados e duas de senadores a representantes dos países da América do Sul. .
No Leia Mais, as declarações de Renata Bueno sobre sua candidatura:
O amor pela Itália
Já tenho dez anos de namoro com a Itália. Fiz pós-graduação e mestrado no país. No período em que morei lá, busquei a origem da minha família e isso fortaleceu muito os meus laços com a Itália. Fiquei quatro anos morando lá e voltei ao Brasil há seis anos, mas continuei esse trabalho. Quando fui vereadora, trouxe para Curitiba vários projetos que achei interessantes na Itália e que pudemos aplicar aqui, como a Virada Cultural, por exemplo. E tivemos vários projetos na área de convênios entre universidades, na área da economia, com parcerias entre bancos, empresas privadas, etc. Brasil e Itália são países-irmãos que devem estreitar cada vez mais seus laços.
Surgimento da candidatura
Como vereadora, comecei a cruzar muitos pontos de interesse com a Itália e com a política do país. E o PPS tem esse perfil internacionalista muito forte em sua atuação política e sua história. A Argentina, por exemplo, é muito organizada na política italiana, mas aqui no Brasil nós não somos muito organizados e ainda temos uma representação muito fraca lá. A partir dessa aproximação, algumas lideranças políticas começaram a conversar comigo. Com a queda do governo (de Mario) Monti (primeiro-ministro que renunciou ao cargo em dezembro do ano passado), o senador (Edoardo Pollastri) me procurou para fazer parte da União Sul-Americana de Emigrantes Italianos (USEI). É uma lista cívica onde a gente pode representar os interesses dos italianos que moram em outros países e dos seus descendentes. Em relação ao senador, nós, do PPS, já havíamos apoiado sua candidatura em 2006 e 2008, e ele já tem este vínculo com uma política de centro-esquerda.
Atuação no Parlamento
Nós nos alinharemos ao governo de centro-esquerda. Para que se componha um bom governo, vamos continuar nessa linha ideológica. O Partido Democrático (PD) tem uma relação histórica com o PPS, há uma cooperação mútua entre ambos. Nós já somos parceiros e aliados há muito tempo.
Momento atual da política italiana
É um momento muito delicado e de muita mudança. Na verdade, o mundo todo vem passando por esse processo de reflexão, e na Itália não é diferente, até pelo fato de o país estar passando por uma crise econômica. O cidadão italiano é muito politizado e isso gera uma expectativa muito grande para essa eleição. Acredito que vai ser um momento importantíssimo. E não podemos nos esquecer que a Itália é um país que reflete na economia mundial, o que torna essa eleição ainda mais importante.
A importância da candidatura
Esse é um ponto de destaque na nossa campanha. Nosso esforço é conscientizar essas pessoas, mostrar a importância desse voto e mostrar que é um direito nosso. Fui atrás de toda a história da minha família. Hoje, é muito comum o jovem buscar isso, a gente se apega a essa nossa origem. E estou muito feliz por ser a representante brasileira na eleição. Nosso projeto para o PPS não é só participar das eleições, mas ajudar na organização da política italiana e na consolidação da participação brasileira.

Fonte: Site do Fábio Campana.

Renata Bueno disputa parlamento italiano. Eleições acontecem dias 24 2 25 de fevereiro.



Candidata a deputada no país europeu, ela é representante do Brasil nas eleições italianas que acontecem em 24 e 25 de fevereiro
Renata Bueno (PPS-PR), integrante do Diretório Nacional do PPS, pode se tornar a primeira brasileira eleita deputada no Parlamento da Itália. Na última semana, durante reunião da Executiva Nacional do partido, em São Paulo, ela recebeu o apoio da legenda à sua candidatura.
As eleições acontecem nos dias 24 e 25 de fevereiro. Os italianos que moram no Brasil ou brasileiros descendentes de italianos devem receber as cédulas de votação em suas casas, pelo correio, já no próximo dia 6 de fevereiro.
Renata, que já tem experiência parlamentar como vereadora em Curitiba, será candidata por uma lista cívica independente denominada União Sul-Americana de Emigrantes Italianos (USEI), que oferece quatro vagas de deputados e duas de senadores a representantes dos países da América do Sul. Só em São Paulo, há 115 mil italianos em condições de votar (é o maior colégio eleitoral do país, seguido por Paraná e Santa Catarina). Vencerá a eleição quem tiver o maior número de votos pela lista cívica. Desde 2006, a Itália abre espaço para candidaturas de representantes de outros países.
A integrante do PPS conta com o apoio do ex-senador italiano Edoardo Pollastri, uma das figuras mais respeitadas da política local, que disputará uma das vagas no Senado. 
Com dupla nacionalidade, Renata Bueno morou quatro anos na Itália, onde fez pós-graduação e mestrado, além de cursos na área de Direitos Humanos. Na entrevista abaixo, a candidata fala sobre sua relação com o país europeu, a inciativa de se candidatar a uma vaga no Parlamento, a importância de o Brasil ter uma representação forte na política italiana, como funciona o processo eleitoral, entre outros temas.  

O amor pela Itália

Já tenho dez anos de namoro com a Itália. Fiz pós-graduação e mestrado no país. No período em que morei lá, busquei a origem da minha família e isso fortaleceu muito os meus laços com a Itália. Fiquei quatro anos morando lá e voltei ao Brasil há seis anos, mas continuei esse trabalho. Quando fui vereadora, trouxe para Curitiba vários projetos que achei interessantes na Itália e que pudemos aplicar aqui, como a Virada Cultural, por exemplo. E tivemos vários projetos na área de convênios entre universidades, na área da economia, com parcerias entre bancos, empresas privadas, etc. Brasil e Itália são países-irmãos que devem estreitar cada vez mais seus laços.

Surgimento da candidatura

Como vereadora, comecei a cruzar muitos pontos de interesse com a Itália e com a política do país. E o PPS tem esse perfil internacionalista muito forte em sua atuação política e sua história. A Argentina, por exemplo, é muito organizada na política italiana, mas aqui no Brasil nós não somos muito organizados e ainda temos uma representação muito fraca lá. A partir dessa aproximação, algumas lideranças políticas começaram a conversar comigo. Com a queda do governo (de Mario) Monti (primeiro-ministro que renunciou ao cargo em dezembro do ano passado), o senador (Edoardo Pollastri) me procurou para fazer parte da União Sul-Americana de Emigrantes Italianos (USEI). É uma lista cívica onde a gente pode representar os interesses dos italianos que moram em outros países e dos seus descendentes. Em relação ao senador, nós, do PPS, já havíamos apoiado sua candidatura em 2006 e 2008, e ele já tem este vínculo com uma política de centro-esquerda.

Atuação no Parlamento

Nós nos alinharemos ao governo de centro-esquerda. Para que se componha um bom governo, vamos continuar nessa linha ideológica. O Partido Democrático (PD) tem uma relação histórica com o PPS, há uma cooperação mútua entre ambos. Nós já somos parceiros e aliados há muito tempo.

Momento atual da política italiana

É um momento muito delicado e de muita mudança. Na verdade, o mundo todo vem passando por esse processo de reflexão, e na Itália não é diferente, até pelo fato de o país estar passando por uma crise econômica. O cidadão italiano é muito politizado e isso gera uma expectativa muito grande para essa eleição. Acredito que vai ser um momento importantíssimo. E não podemos nos esquecer que a Itália é um país que reflete na economia mundial, o que torna essa eleição ainda mais importante.

A importância da candidatura

Esse é um ponto de destaque na nossa campanha. Nosso esforço é conscientizar essas pessoas, mostrar a importância desse voto e mostrar que é um direito nosso. Fui atrás de toda a história da minha família. Hoje, é muito comum o jovem buscar isso, a gente se apega a essa nossa origem. E estou muito feliz por ser a representante brasileira na eleição. Nosso projeto para o PPS não é só participar das eleições, mas ajudar na organização da política italiana e na consolidação da participação brasileira.
Fonte: Site do PPS Paraná.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Atenção militante: Já está disponível o boleto para o pagamento da anuidade do PPS.

O secretário de finanças do PPS, Regis Cavalcante, informou, nesta segunda-feira (7), que já está disponível o boleto para o pagamento da anuidade do partido. Para ter acesso, os filiados deverão acessar o Portal Nacional para a impressão do documento. Aqui no site do PPS Paraná é possível acessar o link clicando no banner "Anuidade 2013" no topo do lado direito do site. Regis Cavalcante destacou que o pagamento é uma obrigação estatutária e uma forma de cada militante contribuir com a legenda.

Helio Wirbiski será o líder do PPS na Câmara de Curitiba.


O vereador Helio Wirbiski será o líder da bancada do PPS na Câmara de Vereadores de Curitiba, que é composta por outros dois parlamentares: os vereadores Paulo Rink e Zé Maria.
Helio assume uma vaga no legislativo municipal pela primeira vez, mas é um dos mais experientes integrantes do PPS do Paraná, onde é secretário-geral.  Ele foi responsável pela coordenação de diversas campanhas majoritárias da legenda, e ainda atuou em funções de destaque nos executivos municipal e estadual. 

“A meta é fazer um trabalho democrático e participativo, onde todos possam opinar e participar. Quero ainda ouvir as sugestões do partido e discutir na Câmara as principais bandeiras do PPS”, explica Hélio.

Leitura – Hélio adianta que entre os projetos estão o incentivo à leitura nas escolas municipais e ao surgimento de novos escritores na capital, além da ampliação do número de bibliotecas.
Outra ideia é discutir com a prefeitura a criação de uma Semana Literária de Curitiba, aos moldes do que ocorre em Parati (RJ) e em Porto Alegre (RS).

Trânsito – A criação da Comissão Permanente de Transporte e Trânsito na Câmara é outra preocupação. Além de discutir os problemas do transporte coletivo,das obras do metrô e de outros modais,o objetivo é incentivar as campanhas educacionais de trânsito na cidade.

Reportagens publicadas recentemente mostram que em alguns bairros da região Sul da capital houve um aumento de até 607% no número de veículos entre 2004 e 2010.

E que as mortes causadas no trânsito brasileiro matam mais que guerras como a do Vietnã (1961-1975), por exemplo.

“Na guerra morreram 46 mil soldados americanos. No Brasil, segundo a pesquisa, morrem mais de 90 mil pessoas por ano.Ou seja,duas guerras do Vietnã por ano. Precisamos conter esse massacre”, explica o vereador.


Esporte – O incentivo ao esporte e à criação de escolinhas de futebol gratuitas para crianças carentes em clubes da suburbana é outro projeto. A ideia é que os clubes recebam apoio da prefeitura para manter suas sedes e, em troca, permitam a abertura das escolinhas no contraturno escolar.

“O esporte é a melhor arma contra o avanço das drogas e da violência nos bairros”, explica Wirbiski, que foi atleta profissional do Clube Atlético Paranaenseno início dos anos 80.

Fonte: Site do PPS Paraná.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Paraná on line: Nova comissão na Câmara vai acompanhar questões do transporte.


A Câmara de Curitiba pode ganhar mais uma comissão permanente com a criação do grupo para acompanhar Transporte Público e Mobilidade Urbana. A proposta será apresentada pelo vereador Helio Wirbiski (PPS), no dia 4 do mês que vem, data da primeira sessão da nova composição parlamentar da cidade. O parlamentar quer o acompanhamento mais detalhado das questões ligadas ao transporte, começando pela fiscalização apurada das discussões de reajuste da tarifa para evitar abuso dos valores praticados. “Queremos acompanhar efetivamente este processo, acompanhar a planilha da Urbs para evitar rumores que a passagem vai aumentar num percentual diferente do salário”, explica Hélio.
Evitar que conflitos políticos interfiram na definição do valor da tarifa. A principal preocupação é que o governo estadual suspensa o subsídio. No final do ano passado, o governador Beto Richa (PSDB), sinalizou com a possibilidade de suspender o pagamento de parte do custo real da passagem do transporte coletivo. Em reunião com o prefeito Gustavo Fruet (PDT), Beto admitiu que ainda não sabia qual postura adotar, abrindo a possibilidade da suspensão. “É uma questão de bom senso. O transporte integra a região metropolitana e o governo tem que responder pela sua parte”, destacou Helio.
Investimentos
 E não é apenas o reajuste da tarifa que preocupa. O parlamentar quer a Câmara fiscalizando todos os setores ligados ao transporte, em especial pelos investimentos do PAC da Copa do Mundo e a implantação do metrô, ainda que esteja distante de ser colocado em prática. “A Copa do Mundo vem ajudar, e deixará legado maravilhoso, mas temos que supervisionar, fiscalizar e ver se tudo está ocorrendo dentro da tabela de melhores preços”, diz Hélio.

Fonte: Site do PPS Paraná.