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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Gazeta do Povo: Alimentando a cultura do medo e do terror!

Por Diogo Busse 

Dias atrás, fui chamado para ajudar a solucionar sérios problemas relacionados ao uso de drogas, em uma escola municipal da periferia de Curitiba. Sentamos eu, a diretora da escola, a chefe do núcleo de Educação da regional da prefeitura, professores, um psicólogo da minha equipe e outros profissionais envolvidos no debate. Dentre as principais questões levantadas pelos colegas, destacavam-se os relatos de ameaças de morte feitas por alunos aos professores, agressões, intoxicações, tráfico de drogas, evasão de alunos e problemas relacionados aos familiares.

O que nos diz o senso comum em uma situação como essa? Qual foi a primeira reivindicação entoada unanimemente pelos admiráveis educadores, que atuam em situações críticas em uma das mais dignificantes profissões? “Precisamos de mais policiamento”.

Respondi, de imediato, que não. Precisamos, isso sim, aumentar a oferta de atividades culturais. Precisamos ampliar as alternativas esportivas e profissionalizantes. Precisamos oferecer acesso à internet, à leitura e ao lazer. Como iremos esperar que jovens não usem drogas em uma comunidade onde não existe absolutamente mais nada a fazer? Como iremos propor um diálogo em uma região onde não existe outro ponto de encontro a não ser o bar da esquina?

Passamos, então, a pensar em um plano conjunto que pudesse melhorar o quadro daquela microrrealidade social. Afirmei que, sozinha, a prefeitura não resolveria o problema e que seria preciso mobilizar toda a comunidade em torno da escola. Seria preciso convocar a associação de moradores, o Conselho de Segurança, o Conselho Tutelar, os proprietários de bares e comerciantes da região, a Polícia Militar, a Guarda Municipal e os organismos públicos envolvidos para, juntos, desenvolvermos um plano de ação para a escola municipal.

Antes dessa reunião, procurei conhecer um pouco mais profundamente a realidade que procurávamos modificar, e foi aí que eu me surpreendi. Nesta comunidade escolar, que envolve aproximadamente 2 mil alunos, apenas 10% apresentavam problemas relacionados ao uso de drogas. A grande maioria não se envolvia com o tráfico, tampouco com o uso de drogas. Encontrei ali jovens que haviam sido premiados em competições de Ciências e Matemática! Professores afirmaram que na sala de troféus não havia mais espaço para armazenar as premiações e, no entanto, nunca tiveram a oportunidade de realizar uma solenidade para condecorar os talentosos jovens que se destacavam, porque estavam, na maior parte do tempo, registrando as ocorrências na delegacia, preocupados com os 10% de alunos problemáticos.

Resolvi escrever sobre essa recente experiência concreta porque ela ilustra muito bem o que acontece hoje na sociedade como um todo.

Primeiramente, reproduzimos uma cultura de que os problemas associados ao uso de drogas serão resolvidos com policiamento, com repressão. Depois, alimentamos uma cultura do medo e do terror, que oprime e ofusca os cidadãos, disseminando notícias de tragédias, assassinatos, prisões e desgraças alheias. Qual o sentido de continuarmos publicando apreensões de toneladas de drogas e prisões de megatraficantes?

Estaremos no caminho do bem quando o jornal mais lido e o noticiário mais popular forem aqueles que veicularem notícias positivas, bons exemplos que certamente existem aos montes, e os conhecidos periódicos de horrores forem fadados ao anonimato por falta de audiência.


Diogo Busse, advogado e mestre em Direito das Relações Sociais pela UFPR, é diretor de política sobre drogas da Prefeitura de Curitiba e presidente do Conselho Municipal de Políticas Sobre Drogas (Comped).


Fonte: Site do PPS Paraná.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Motoristas de ônibus de Curitiba terão que fazer teste do bafômetro.


Na sessão plenária desta terça-feira (12), a Câmara de Curitiba analisa iniciativa de Paulo Rink (PPS) para que os motoristas do transporte coletivo sejam submetidos ao teste do bafômetro nas garagens, antes da jornada. A responsabilidade pela aplicação do teste caberia às operadoras do sistema.
A proposição também prevê testes esporádicos durante e ao término da jornada de trabalho, e a regra entraria em vigor 180 dias após a publicação da lei. O projeto altera a norma municipal nº 12.597/2008, que dispõe sobre a organização do transporte coletivo de Curitiba.
“Tendo em vista o grande número de vidas que estão sob a responsabilidade do motorista de ônibus e do serviço de transporte coletivo, torna-se necessário que o ente público indique os parâmetros de realização do teste de dosagem de alcoolemia, visando tomar todas as medidas cabíveis para garantir a integridade física dos trabalhadores e usuários”, justifica Rink.
De acordo com a CLT, já é dever do motorista profissional submeter-se a teste e a programa de controle de uso de droga e de bebida alcoólica, instituído pelo empregador, com ampla ciência do empregado. A proposição de Rink, então, vem regulamentar esta lei em Curitiba, buscando equidade entre todos os funcionários.
Demora nos caixas
Também entra em 1º turno de votação o projeto que dispõe sobre o tempo máximo de atendimento aos consumidores nos caixas de pagamento de estabelecimentos comerciais. A iniciativa é de Jorge Bernardi (PDT), que quer obrigar o comércio a colocar à disposição dos usuários, pessoal suficiente no setor de caixas, para que o atendimento seja feito em tempo razoável. Ele considera até quinze minutos em dias normais, compreendidos de segunda a domingo e até vinte minutos em vésperas de feriados, com multas para o descumprimento.
Fonte: Site do Fábio Campana.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Transparência nos jogos da Copa em Curitiba.


O Instituto Ethos realizou ontem, na sede da FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), um seminário sobre a transparência nas obras da Copa do Mundo nas cidades-sede – em especial Curitiba.
Para o evento, intitulado ‘Transparência na Copa de 2014 em Curitiba: Como está esse jogo?”, foram convidados o Secretário de Urbanismo, Reginaldo Cordeiro; o Presidente da Comissão Especial para Assuntos da Copa, Vereador Paulo Rink; o Vice-Presidente da Federação das Indústrias do Paraná, Hélio Bampi e a Professora da UFPR e membro do Observatório das Metrópoles, Olga Firkowski.
Investimentos
A primeira a palestrar foi a professora Olga Firkowski, que discorreu sobre os recursos para a realização dos jogos no país. “No início, quando foram selecionadas doze cidades para sediar a Copa, pensamos que isso poderia servir para dispersar a distribuição dos investimentos públicos. Mas não foi o que verificamos”, disse. Firkowski baseou sua opinião nas pesquisas realizadas pelo Observatório das Metrópoles, que indicou que a maior parte dos investimentos permaneceu no sudeste.
Obras
A mobilidade urbana e o balanço das obras também foram analisados. Hélio Bampi está positivo quanto à organização da cidade para o mundial, porém ele se mostrou preocupado em questões como planejamento de obras e feriado na capital.“Se existe um projeto elaborado, com área de exclusão, porque precisamos parar a Cidade Industrial de Curitiba, que não tem relação com o estádio do Atlético?”.
Em resposta ao vice-presidente da FIEP, Reginaldo Cordeiro ressaltou que a atual gestão recebeu o ‘planejamento para a Copa já pronto’. Em sua fala, o secretário fez um relato de como estava o andamento das principais obras que a prefeitura é responsável.
Já Paulo Rink disse que ‘os brasileiros precisam aprender a planejar em longo prazo’, e que tanto Curitiba quanto o Brasil conseguirão um legado positivo com a Copa do Mundo.
Arena da Baixada
Com relação às obras da Arena, Rink não se mostrou preocupado – ainda será possível mexer no estádio após dezembro, quando se encerra o prazo da FIFA. “Não sei até que ponto ficará pronto em dezembro. É uma obrigação de contrato e é por isso que estão trabalhando de dia, de noite e deveria começar um terceiro turno na madrugada para entregar a obra a tempo. Não estou preocupado ainda. Temos dois meses, há tempo”, afirmou.
Em relação à transparência, o vereador disse que a situação está melhor. “Contratos estão sendo cumpridos e estamos cobrando. Não digo que 100% está exato. Existem variações, atualizações e isso acaba atrasando um pouco. A cada sexta-feira temos um número diferente. Mas fico tranquilo na questão da transparência”.
Fonte: Site do vereador Paulo Rink.

Colégio Militar de Curitiba homenageia Rubens Bueno!


O deputado federal Rubens Bueno recebeu na manhã desta sexta - feira (08) o diploma de Amigo do Colégio Militar de Curitiba. A homenagem aconteceu durante a formatura de 827 alunos da instituição. O diploma Amigo do CMC é uma reverência àqueles que apoiam e colaboram com o desenvolvimento do Colégio.
Foi através de uma emenda parlamentar no valor de R$ 500 mil, apresentada por Rubens Bueno, que a realidade do Colégio Militar de Curitiba começou a mudar. O parlamentar garantiu verbas para a implantação de um sistema de tratamento de esgoto com rede coletora, adequação do esgoto sanitário e ligação à rede da Companhia Paranaense de Saneamento.

“Na manhã de hoje todo o Colégio perfila-se para cumprimentar os amigos do CMC. Estamos muito honrados com a atenção dispensada aos alunos e especialmente à educação. O evento deste dia é um reconhecimento àqueles que colaboram com a nossa instituição”, disse o Comandante Coronel André Mauro Ávila.
Além do deputado federal Rubens Bueno  também foram homenageados Carlos Anselmo Rocha Melo, da Secretaria de Educação do Estado do Paraná e a Sra Vivian Maria Risolia, Consultora de Negócios da Universidade Positivo.
O Colégio Militar de Curitiba foi criado em 1959. Naquela época o objetivo era atender os militares e os filhos deles. Com o passar do tempo a instituição abriu as portas para a comunidade em geral e atualmente tem 930 alunos matriculados e cerca de 200 militares trabalhando com educação de crianças e adolescentes. Conforme explicou o Coronel Ávila, “a meta é levar os alunos à descoberta das próprias potencialidades, à autorrealização, à qualificação para o trabalho e prepará-los para a vida como cidadãos, educados conforme os valores, costumes e tradições do Exército Brasileiro”.

Nota do editor: Temos várias coisas positivas nesta matéria, pois esta homenagem mostra o reconhecimento por aqueles que se preocupam com o patrimônio intelectual de nossa pátria, pois o colégio militar de Curitiba é a prova cabal de que o ensino público pode ser de altíssima qualidade, desde que haja vontade política por parte dos governantes. O reconhecimento do deputado Rubens Bueno, como amigo do CMC é uma forma gentil de mostrar que todos devem se mobilizar na recuperação do ensino público de qualidade, afinal de contas, o que o nobre deputado pode ofertar a instituição é infinitamente menor do que o governo federal poderia aplicar neste colégio e demais escolas de todo o Brasil.

Jornalista do PPS lança livro sobre o rock brasileiro dos anos 80!


O jornalista André Molina lançou no último dia 07, na Poetria Livros e Arte, o seu livro “O Diva do Rock Brasileiro” da editora Monalisa, onde escreve de outra forma, a história dos ícones do Rock’n Roll nacional dos anos 80, tais como Barão Vermelho, Ira, Legião Urbana e muitos outros que fizeram e fazem a cabeça de toda uma geração.
O Lançamento foi um grande sucesso, com ampla cobertura da mídia paranaense e a presença de muitos amigos do autor, entre os quais se destacam o Deputado Federal Rubens Bueno e sua esposa Rose Bueno, o Presidente do IMETRO Rubico Camargo, a jornalista Daiane Figueiró entre outros familiares, amigos e militantes do PPS.
O PPS Curitiba fica muito orgulhoso de ter entre seus colaboradores um grande escritor, que além de entender das matérias políticas que elabora, também conhece bem o que o Brasil tem de bom quando o assunto é música.