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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Fábio Campana: Deputada italiana Renata Bueno pede extradição de Henrique Pizzolato.


A deputada ítalo-brasileira Renata Bueno, única representante do Brasil no Parlamento italiano, defende a abertura de um processo para a extradição do ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, para o Brasil.
Único dos 25 condenados considerado foragido no processo do mensalão, Pizzolato foi preso nesta quarta em Maranello, na Itália, portando documentos falsos, pertencentes ao seu irmão, Celso Pizzolato, falecido em 1978.


“Como ele também cometeu um crime na Itália, precisamos num primeiro momento saber como pode se dar esse processo. Já estou em contato com autoridades italianas para verificar essa situação, mas posso adiantar que o Brasil pode e deve pedir a extradição do condenado no mensalão”, informa Renata, que ocupa uma das quatro vagas para deputados destinadas à América Latina. “Neste caso específico, a dupla cidadania não deveria beneficiá-lo. É preciso evitar que esse direito dado aos descendentes italianos seja usado em favor da impunidade”, afirma ela, que acompanhou o caso desde o início junto às autoridades italianas, inclusive em contato direto com o Diretor Chefe da Polícia Criminal Italiana.

Sobre o caso –


Pizzolato foi condenado a 12 anos e 7 meses de prisão por formação de quadrilha, peculato e lavagem de dinheiro. Sua prisão foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) após o julgamento do último recurso, em 13 de novembro. A pena deve ser cumprida em regime fechado, em presídio de segurança média ou máxima.

Após a expedição dos primeiros mandados de prisão na ação do mensalão, Pizzolato anunciou, por meio do advogado, que deixou o país e foi para a Itália. Ele tem dupla nacionalidade e teria saído do território brasileiro 45 dias antes de ter a prisão decretada.

A polícia italiana confirmou que Henrique Pizzolato vai responder pelo crime de falsidade ideológica, o que lhe pode render uma pena de até três anos de reclusão. O caso agora passa ao Ministério do Interior.

Fonte: Site do PPS Paraná.

Nota do editor: Por intermédio da deputada Renata Bueno, uma representante da ideologia do PPS no parlamento italiano, o PPS indiretamente está correndo atrás do foragido Henrique Pizzolato. Lamentamos que enquanto o PPS busca trazer de volta ao Brasil este mensaleiro, existem deputados e militantes do partido dos trabalhadores querendo impor ao povo brasileiro a impunidade ao maior escândalo politico da nação das últimas décadas.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Zé Beto: Helio Wirbiski cobra explicações da prefeitura sobre repasses ao CAP


O requerimento do vereador Helio Wirbiski (PPS), que cobra explicações da prefeitura de Curitiba sobre os repasses feitos ao Atlético e cópias dos contratos das garantias oferecidas pelo clube, será votado amanhã. Mas hoje o que chamou a atenção do vereador foi um release publicado – e rapidamente retirado dos destaques– do site da prefeitura. Nele, o executivo detalhava a compra de equipamentos para o Centro de Imprensa, que será construído ao lado da Arena num terreno de quase 5 mil metros quadrados. Segundo o texto, serão investidos até R$ 1.530.310.00 para a construção do chamado Broadcast, uma ponte de cabos que vai ligar a Arena ao Centro. Segundo a prefeitura, após a Copa, o imóvel será repassado para a secretaria municipal de Saúde. Mas duas perguntas que estão sendo levantadas pelo vereador: qual o destino dos equipamentos após o evento? E qual o valor pago pela desapropriação deste e de outros imóveis para a construção da Baixada?

Fonte: Site do PPS Paraná.

Nota do editor: As ações e principalmente o gasto do dinheiro público nesta Copa, devem estar claros como água, pois os curitibanos de nascimento e/ou de coração, não irão admitir que poucos se beneficiem com o dinheiro de todos desta cidade. Precisamos de representantes que nos auxiliam neste processo de transparência dos gastos públicos, por isso, siga em frente Vereador Hélio Wirbiski.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Caixa Zero - Rogério Galindo - Dez maneiras de tornar o ônibus melhor em Curitiba.


As prefeituras das grandes cidades sempre querem atrair mais gente para o ônibus. Em primeiro lugar, porque com mais gente é possível baixar a tarifa. Quanto menos gente usa, mais caro fica o sistema por passageiro. Segundo, porque é assim que se alivia o trânsito das ruas entupidas de carros. Por isso, pensar em maneiras de conseguir atrair mais passageiros é uma obrigação de todo gestor. O blog dá a sua colaboração sugerindo dez coisas que poderiam tornar o ônibus de Curitiba mais atraente. Ou menos repelente, dependendo do ponto de vista do freguês.
Não estamos falando de soluções milionárias, como implantação de ar-condicionados, nem de nada mais caro, como corrigir o problema da ventania e do, calor nas benditas estações-tubo. Não se fala nem mesmo em colocar mais linhas ou mais carros em cada linha. São coisas mais básicas mas que poderiam ajudar.
1- Passagem integrada. Hoje só quem desce em algumas estações-tubo e nos terminais consegue trocar de condução sem ter de pagar mais uma passagem. Há alguns anos, a prefeitura começou a testar bilhetes de integração em algumas linhas da região do Santa Quitéria. Em várias cidades mundo afora funciona assim: o sujeito entra num ônibus e ganha um tíquete que permite pegar outro ônibus de graça em qualquer sentido dentro da próxima meia hora, ou uma hora, por exemplo.
2- Desconto para usuários frequentes. Outra coisa comum em várias cidades. Ao invés de comprar as passagens uma a uma, o usuário pode comprar pacotes de bilhetes com descontos. Ajuda até os turistas: quem chega na cidade compra 10 ou 20 passagens e não precisa mais de se preocupar com isso. Mas ajuda principalmente o estudante e o trabalhador que realmente depende do coletivo todos os dias.
3. Bancos nos pontos de ônibus. Perguntei uma vez a Fernando Ghignone, que na época estava na Urbs (hoje está na Sanepar) porque a prefeitura não ´punha bancos para quem esperava o ônibus. A resposta foi que o ônibus, em Curitiba, vem tão rápido que a pessoa não chegava a cansar. Como os usuários não concordam com a tese, em um ponto do Portão surgiu o improviso registrado na foto. A população providenciou uma cadeira velha para quem espera o São Jorge.
4. Abrigo contra a chuva. Em alguns pontos há cobertura para proteger o passageiro da chuva. Mas em muitos há somente o poste. E Curitiba não é exatamente conhecida pelo tempo estável. O resultado é água nas costas da população pagadora de impostos.
5. Horário do ônibus no ponto. As linhas de Curitiba em geral são pontuais. Mas muita gente nem tem como saber disso. A informação sobre o horário só está disponível em sites ou outros lugares da internet. A atual gestão pensa em colocar um QR code no ponto para o sujeito escanear com o celular. Ok. E quem não tem smartphone? O melhor era grudar um papelzinho em cada ponto, protegendo da chuva com um adesivo transparente. Não é chique, mas resolve.
6. Motoristas que olhem para a frente. A Urbs continua insistindo em manter motoristas que trabalham também como cobradores, mesmo havendo uma lei que impede isso. O ônibus assim vai mais lento, e claro que há maior risco de acidentes.
7. Informação fácil sobre o trajeto. Quem nunca viu a cena do passageiro na porta do ônibus gritando para o motorista para saber aonde vai aquela linha, ou se passa em tal lugar? Custava informar o trajeto no ponto, com um mapa fácil de visualizar?
8. Diminuir os solavancos. Um dos atrativos possíveis para andar de ônibus é ter tempo para fazer algo, ao invés de dirigir. Por exemplo: daria para ler, pelo menos se você tiver chance de pegar lugar sentado. Mas os solavancos são tantos que a possibilidade maior é de um descolamento de retina. Isso tem a ver com duas coisas: a péssima qualidade do asfalto e a pressa dos motoristas para cumprir a escala.
9. Resolver o nó da Rui Barbosa. Como disse um especialista, a Praça Rui Barbosa não é um terminal de ônibus, é uma imensa coincidência geográfica de pontos de ônibus. De que adianta descer lá e ter mais dezenas de opções se não há interligação ou passagem única?
10. Segurança. Os assaltos e furtos são comuns demais. Onde estão os tais policiais disfarçados?

Fonte: Caixa Zero - Rogério Galindo.

Nota do editor: Achei interessante compartilhar estas ideias do Rogério, pois são ideias simples e que em sua grande parte, resolvem uma série de problemas dos usuários de ônibus. Quis divulgar esta matéria, porque acredito que a política geralmente acaba complicando as soluções de problemas simples, devido a sua complexidade de poder resolutivo.

PPS Curitiba lamenta morte de Giancarlo Ducci.

O Diretório Municipal do PPS de Curitiba lamenta o falecimento de Giancarlo Ducci, 82 anos, pai do ex-prefeito Luciano Ducci, na madrugada desta quinta-feira (30). Imigrante italiano, ele foi um dos pioneiros no Mercado Municipal de Curitiba. O corpo será velado a partir das 16 horas na Capela Vaticano (R. Des. Hugo Simas, 26 - São Francisco) e o sepultamento ocorrerá às 10 horas desta sexta (31) no Cemitério Municipal do Boqueirão.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Metro Curitiba: Câmara. Vereador pede explicações à prefeitura.


Por: Jornal Metro Curitiba 

“Parece que Estado e prefeitura viraram reféns do presidente do Atlético (Mario Celso Petraglia), que a todo tempo dizia que estava tudo em dia, tudo acertado” – Helio Wirbiski, vereador autor do pedido de esclarecimentos.O vereador Hélio Wirbiski (PPS) protocolou na Câmara pedido de informações à prefeitura para esclarecer os investimentos que têm sido feitos em razão da Copa do Mundo. A ideia, diz ele, é saber o que houve de repasses de forma direta, o valor em potencial construtivo e o investimentos em infraestrutura no entorno do estádio.O vereador afirma que o pedido foi motivado pela “informações desencontradas em todos os segmentos, inclusive na prefeitura”. “Só o Centro de Imprensa que a prefeitura assumiu custa R$ 5 milhões. É dinheiro da cidade, dinheiro público. É preciso esclarecer a população, está muito tímida a manifestação dos poderes (públicos). É preciso trabalhar de forma transparente porque através do Petraglia ninguém sabe o que está acontecendo”, coloca.A prefeitura informou, por meio de sua assessoria, que “todos os dados de investimentos têm sido amplamente divulgados, inclusive com detalhamento, são públicos e estão à disposição para consulta.


Nota do editor: Muito pertinente a colocação do nosso vereador Hélio Wirbiski, que apesar de ter jogado no Atlético Paranaense, não está confundindo sua paixão pelo esporte e pelo clube com os rumos que estas obras estão tomando, pois é fundamental que a população de Curitiba saiba o quanto a prefeitura está aplicando neste projeto e de onde estão vindo estes recursos, afinal de contas, existem muitas prioridades em Curitiba que 4 jogos não vão resolver.