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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Após fechar por falta de remédios, pronto-socorro do Evangélico reabre.

Do G1 PR:
O pronto-socorro do Hospital Evangélico, em Curitiba, que estava fechado desde a manhã de terça-feira (26), reabriu na tarde de quarta-feira (27). De acordo com a assessoria de imprensa, a interdição ocorreu por causa da falta de repasse de verbas do Sistema Único de Saúde (SUS) nos meses de outubro e novembro deste ano para a compra de medicamentos e de materiais básicos utilizados no setor. Com o fechamento, houve superlotação de pacientes nos prontos-socorros de outros hospitais públicos da capital. Entre eles, o Cajuru e o Trabalhador.
Ainda conforme o hospital, a normalização do serviço ocorreu porque a direção comprou os remédios e produtos que estavam faltando. Na manhã desta quinta-feira (28), o atendimento era normal no setor.
Dívida
O valor da dívida do SUS referente aos meses de outubro e novembro, segundo o Evangélico, chega a R$ 5 milhões. O hospital também alegou que o SUS não teria pago outros recursos de 2012 ao hospital no valor de R$ 6 milhões.

Em nota oficial, a Secretaria Municipal da Saúde, responsável pelo repasse de verbas do SUS ao hospital, disse que repassou para a Sociedade Beneficente Evangélica (SEB) – gestora do Hospital Evangélico de Curitiba – aproximadamente R$ 67 milhões entre janeiro e novembro de 2013. “As parcelas da dívida referente a 2012 estão sendo pagas em dia, assim como os repasses mensais deste ano”, afirma um trecho da nota.

Fonte: Site do Fábio Campana.
Editorial: Muito esquisita esta história, será que um pronto socorro iria fechar as portas por falta de medicamentos tendo recursos, colocando a vida de muitos pacientes em jogo? Para mim, esta história está muito mal contada, creio que seria de bom tamanho se fazer um auditoria no hospital e descobrir porque o Evangélico anda passando por tantas dificuldades nos últimos tempos, punindo os que são culpados e recuperando a saúde de Curitiba e região.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Sem medicamentos, Hospital Evangélico fecha pronto-socorro.


O pronto-socorro do Hospital Evangélico, em Curitiba, está fechado desde as 9 horas desta segunda-feira (26). Segundo a assessoria de imprensa da instituição, a interrupção nos serviços foi causada pela falta de repasse de verbas do Sistema Único de Saúde (SUS) nos meses de outubro e novembro, o que impediu o hospital de adquirir materiais e medicamentos básicos usados na unidade.
O órgão informou que não foram repassados pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) – que gerencia as verbas do SUS destinados ao Evangélico e a outros hospitais – cerca de R$ 5 milhões relacionados aos dois meses em questão. Também ainda não teriam sido pagos recursos de 2012 da ordem de R$ 6 milhões, totalizando R$ 11 milhões a receber.
Os pacientes já internados continuam sendo atendidos normalmente. O Hospital Evangélico é uma das três instituições de Curitiba que concentram os serviços de atendimento de urgência e emergência realizados na capital pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Os outros dois são o Hospital Cajuru e o Hospital do Trabalhador. Este último, segundo a Prefeitura, estava com lotação acima da média ao longo do dia, o que obrigou a direção da instituição a não aceitar pacientes por algumas horas para garantir a segurança e a assistência aos pacientes que já estavam em atendimento.
Já no Hospital Cajuru, o atendimento durante o período da tarde foi prejudicado por um problema nos equipamentos de Raio-X. Os exames estão sendo realizados no ambulatório e o fluxo de atendimento já foi normalizado.
Outro lado
A Secretaria Municipal da Saúde informou que repassou para a Sociedade Beneficente Evangélica (SEB) – gestora do Hospital Evangélico de Curitiba – aproximadamente R$ 67 milhões, entre janeiro e novembro de 2013.
Segundo consta na nota encaminhada pela assessoria de imprensa da secretaria, em janeiro deste ano a dívida da SMS com a SEB somava R$ 9.267.006,16 referente à contratualização dos últimos três meses de 2012. Deste total, já foram pagos R$ 5.530.090,20. O residual é de R$ 3.736.915,96.
A SMS disse ainda que balanço feito em agosto apontou um montante de R$ 3.403.400,00 a ser pago, referente aos convênios do Centro Médico Comunitário Bairro Novo e Centro de Especialidades Bairro Novo. “Esse valor, equivalente aos convênios dos dois equipamentos, não tinham sido pago por falta de prestação de contas pela instituição. Com isso, o total da dívida que ainda estava em aberto somava R$ 7.140.315,96. Este valor foi parcelado em 12 vezes de R$ 595.026,26, das quais duas parcelas já foram pagas”, descreveu o órgão. A prefeitura reiterou que não há repasses em atraso ao Evangélico.
Fonte: Site do Fábio Campana.

Nota do editor: Não podemos permitir que Curitiba começa a quebrar um dos serviços públicos que é bem acima da média nacional e certamente o mais importante para a comunidade. Estaremos atento ao desenrolar desta questão, pois com saúde não se brinca. É fundamental a questão da organização e fiscalização exemplar nesta área da gestão pública, pois saúde e segurança são assuntos que não podem esperar sequer um minuto, pois geralmente é muito tarde para muitas pessoas, quando o poder público intervêm neste tipo de problemas.

Câmara aprova Plano Plurianual de Curitiba de 2014 a 2017.

Câmara Municipal de Curitiba aprovou no início da tarde desta terça-feira (26), em primeiro turno, o projeto de lei referente ao Plano Plurianual (PPA) do município válido para o período de 2014 a 2017. Além da proposta original, a sessão contemplou a discussão das cinco emendas acatadas pela Casa e que seguiram para votação. Destas, quatro foram aprovadas e uma foi rejeitada pelos vereadores.
A proposta de emenda não aceita vem da bancada do PSC na Casa e previa a antecipação da elevação do índice mínimo de investimento em educação no município. O projeto original diz que, até 2016, o índice de investimento subirá de 25% para 30% da receita resultante de impostos. A emenda, por sua vez, propunha antecipar para 2015 esse aumento – o que não foi aprovado.

Durante a manhã desta terça-feira, os vereadores aprovaram uma emenda apresentada pelo Prefeito Gustavo Fruet (PDT) à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Ele incluiu gastos referentes à construção do metrô à LDO, que agora deve ser a base para a Lei Orçamentária Anual (LOA). Além dos gastos do metrô, detalhes de texto que tinham passado despercebido foram reajustados pela emenda, aprovada pelos vereadores.
Durante essa discussão, houve discordância entre os vereadores em relação à reforma da Câmara dos Vereadores. O parlamentar Professor Galdino (PSDB) chegou a apresentar uma emenda para retirar a obra na câmara dos planos da prefeitura para o ano que vem. A emenda de Galdino foi derrubada, mas ele já antecipou que pretende apresentar ela novamente durante a discussão da LOA, que deve começar nas próximas semanas.
Para 2014, a LDO prevê um orçamento municipal de R$ 7,165 bilhões em receitas e R$ 7,082 bilhões em despesas, com destaque para investimentos em saúde, obras e educação.


















Já entre as emendas aprovadas está a proposta de autoria dos vereadores Tico Kuzma (PROS) e Chico do Uberaba (PMN), que garante a participação do Conselho Municipal de Segurança nas decisões das políticas públicas de seguranças da cidade.
Também entram na lista dois projetos do vereador Bruno Pessuti (PSC). Um deles acrescenta a sustentabilidade como uma das características necessárias para meios de transporte alternativos na capital. O segundo propõe que a revisão da Lei Municipal de Incentivo a Cultura seja feita até 2015, uma vez o texto original não especificava um período para a revisão.
A Comissão de Economia, Finanças e Fiscalização, por sua vez, teve aprovada a emenda que pedia apenas uma alteração gramatical no texto, para atender melhor técnica legislativa. O projeto de lei do PPA - instrumento que define o planejamento da cidade para os próximos quatro anos – volta para segunda votação nesta quarta-feira (26).
PPA prevê gastos de 30,1 bilhões
Segundo o texto original do Plano Plurianual, disponível no site da Câmara, está previsto aporte de R$ 30,1 bilhões em custeio e investimentos entre 2014 e 2017.
Em audiência pública realizada no mês de setembro, o prefeito Gustavo Fruet (PDT) disse que, do valor total, a Prefeitura vai aplicar até o último ano de validade do documento R$ 6,1 bilhões na área da saúde, R$ 5,6 bilhões na educação e R$ 6,786 bilhões em mobilidade urbana, temas tidos como prioridade na elaboração do plano.
Fonte: Gazeta do Povo.

Nota do editor: Aqui temos claro o quanto o governo municipal arrecadará nestes próximos anos e podemos ver que não são valores pequenos. Tenho certeza que se este dinheiro for bem gerenciado, muitos dos problemas existentes hoje em Curitiba serão solucionados. O PPS estará atento a forma que estes recursos serão gastos e como a prefeitura irá gerenciar estes valores.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

JPS do Paraná repudia presença de Renan Calheiros em congresso do PPS de Alagoas.

Ao representar a JPS-PR (Juventude Popular Socialista) na reunião do diretório estadual do PPS nesta segunda-feira (25), o coordenador organizacional Carlos Eduardo Loro leu nota de repúdio à presença do senador Renan Calheiros (PMDB) no Congresso Estadual do PPS de Alagoas, realizado no último dia 23. A JPS-PR questiona os motivos pelo qual um representante da “velha política” participou de um encontro do partido. A nota foi assinada ainda pelos coordenadores da JPS-PR, Miguel Donha Júnior, Samuel da Silva Pinto e Caroline Andreola.

NOTA DE REPÚDIO

         A Juventude Popular Socialista do Estado do Paraná, órgão de cooperação do Partido Popular Socialista, por seu Conselho Gestor Estadual, nos termos do art. 10, I, do Regimento Interno da JPS/PR, diante da consulta feita à militância, vem perante os companheiros filiados e a todos os cidadãos brasileiros, apresentar NOTA DE REPÚDIO à presença do Senador Renan Calheiros (PMDB-AL) no Congresso Estadual do PPS de Alagoas no dia 23 de novembro deste ano.
Afirmaram que a presença do PMDB no Congresso do PPS/AL de 2013 significava “a ampliação do espaço de convergência que sempre existiu” entre os dois partidos. Entendemos que esta afirmativa não prospera porque o PPS é marcado historicamente pela luta de sua militância para a formação de uma identidade partidária própria. Somos o único partido político na Era Lula/Dilma a REALMENTE deixar a base do governo e entregar cargos e ministérios por acreditarmos que esta "velha política" não representa os anseios da população brasileira para a concretização dos direitos sociais e para a ética na política.A JPS/PR entende que a necessidade dos partidos “se debruçarem sobre um plano de desenvolvimento para Alagoas” ou para qualquer outro Estado ou para o Brasil não constitui justificativa para alianças com partidos políticos e pessoas que não possuem idoneidade e credibilidade para governar o país. Este posicionamento da JPS/PR resta claro diante da luta pela candidatura própria à Presidência da República.
A JPS/PR entende que a viabilização de recursos federais não justifica alianças com oligarquias políticas que querem o "poder pelo poder" e que a transferência de tais recursos deve ocorrer de forma ética e transparente, de acordo com regras preestabelecidas e não de acordo com conveniências partidárias ou pessoais dos gestores públicos.A JPS/PR não coaduna com a afirmação que o PPS seja "um partido aliancista desde os temos do velho PCB e podemos fazer alianças com várias forças", mas que, antes de tudo é um partido marcado pelo "voto limpo" e pautado na radicalidade democrática. O objetivo precípuo da JPS não é tornar o PPS um partido maior se, para isto, for necessário esquecer que o que motiva e inspira a juventude e a base do partido é a necessidade da real mudança e, esta aliança torna o discurso e a prática um paradoxo, pois Renan Calheiros é a chave para a manutenção do poder com o mesmo grupo político combatido veementemente pelo PPS.
A JPS/PR não converge com nenhum político que teve a sua vida política marcada pelo sem-número de escândalos como os que marcaram a trajetória de Renan Calheiros.
Por estes motivos, a Juventude Popular Socialista do Estado do Paraná vem oficialmente apresentar a NOTA DE REPÚDIO à presença do Senador Renan Calheiros (PMDB-AL) no Congresso Estadual do PPS de Alagoas no dia 23 de novembro deste ano, bem como aproveitar o momento para reafirmar que luta com todas as forças para viabilizar a candidatura à Presidência da República dacompanheira SONINHA FRANCINE, entendendo que dentro dos quadros partidários é a pessoa que representa exatamente o oposto do Senador Renan Calheiros.
 #bloconarua

Curitiba, 25 de novembro de 2013.


MIGUEL DONHA JUNIOR                    
SAMUEL DA SILVA PINTO (SAMUCA)
CARLOS EDUARDO PEZZETTE LORO                  

CAROLINE ANDREOLA


Coordenação da JPS do Paraná

Gazeta do Povo: Pizzolato planejou fuga em 2010, afirma deputada ítalo-brasileira


A fuga para a Europa do ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, paranaense condenado no processo do mensalão e foragido da Justiça brasileira, teria começado a ser planejada em 2010 – dois anos antes do início do julgamento do caso pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A deputada Renata Bueno, representante dos descendentes italianos do Brasil no Parlamento da Itália, informou ontem ter recebido informações extraoficiais da diplomacia do país europeu de que Pizzolato informou às autoridades italianas, em 2010, a transferência para a Espanha de sua residência permanente. Segundo ela, o último passaporte italiano de Pizzolato foi retirado em Madri há pouco tempo, e não no Brasil.

Oficialmente, a Itália ainda não informou quando concedeu a segunda via do passaporte a Pizzolato. O foragido tem dupla cidadania e entregou a primeira via, além do documento brasileiro, à Polícia Federal durante o julgamento do mensalão, por ordem do STF. Quando foram emitidas as ordens de prisão dos primeiros mensaleiros condenados, porém, descobriu-se que Pizzolato não estava mais no país e teria fugido para a Europa.

Segundo Renata Bueno, o processo de cidadania do paranaense Pizzolato passou pelo consulado italiano em Curitiba. Mas logo foi transferido para o Rio de Janeiro, cidade para onde se mudou. Em 2010, foi novamente transferido, desta vez para o consulado italiano em Madri, na Espanha. E o novo passaporte italiano teria sido emitido há pouco tempo.

“Para conseguir o novo passaporte, ele informou ao consulado da Itália em Madri que tinha residência fixa na Espanha. Isso mostra que ele já estava planejando fugir muito antes de ser condenado”, disse Renata Bueno. “Há muitos indícios de que o Pizzolato conseguiu ajuda de gente muito poderosa para fugir do Brasil e agora para se manter escondido”, afirmou a deputada, que é curitibana e já foi vereadora da capital paranaense.

Procurado, o Ministério das Relações Exteriores da Itália não confirmou se emitiu um novo passaporte ou um documento de viagem provisório para Pizzolato.

Fonte: Site do PPS Paraná.